As operações turísticas no Parque Nacional Cotopaxi se desenvolvem com normalidade, pois não existe nenhuma disposição oficial para suspendê-las.  O vulcão Cotopaxi, situado no centro do país, é monitorado permanentemente desde 1986.

 

O relatório do monitoramento realizado em 2 de junho pelo Instituto Geofísico da Politécnica Nacional assinala que houve um aumento na sismicidade devido à presença de movimento de fluidos no interior do vulcão. Além disso, outro parâmetro que mostra variações importantes sobre seu nível de base é a “quantidade de emissão do dióxido de enxofre (SO2), a qual foi percebida pelos andinistas”.

 

Tanto o Ministério de Ambiente como o de Turismo enfatizam que se houver alguma disposição para suspender as atividades no Parque Nacional Cotopaxi, isto será comunicado oportunamente. Pelo momento, as atividades turísticas operam com normalidade.

 

O Cotopaxi é um dos vulcões mais vigiados do Equador, para o qual se dedica uma grande parte dos recursos disponíveis. De fato, a primeira estação sísmica permanente dedicada a vigiar um vulcão na América do Sul foi instalada no Cotopaxi, em 1976. Desde 1986 o monitoramento é permanente e, atualmente, conta-se com uma extensa rede de monitoramento, o que garante uma vigilância adequada do vulcão.

 

O vulcão Cotopaxi se encontra sobre a Cordilheira Oriental, a uma distância de 35 km ao Nordeste de Latacunga e de 45 km ao Sudeste de Quito. Forma um cone simétrico com pendentes de até 35°, o diâmetro da cratera varia entre 800 m no sentido Norte-Sul e 650 m no sentido Leste-Oeste. O Cotopaxi está rodeado por planícies que bordeiam os 3000 msnm e por outros vulcões como o Sincholahua (4873 msnm), Quilindaña (4876 msnm) e Rumiñahui (4722 msnm). O Cotopaxi é considerado um dos vulcões mais ativos do mundo.

 

 

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